Daily Archives: 29 Setembro, 2015

1º Faro Campus Trail contou com cerca de 250 participantes

 

Com o objetivo de promover a prática desportiva e a corrida em trilhos no Algarve, a Universidade do Algarve, a Altimetria Associação Desportiva e a Câmara Municipal de Faro, organizaram no passado dia 27 de setembro, o Faro Campus Trail.

Dividido em três provas, um Trail de 20km, um Mini-Trail de 10km e uma Caminhada, também de 10km, este evento contou com cerca de 250 participantes.

As provas realizaram-se nos vários espaços do Campus de Gambelas e nas matas adjacentes, nomeadamente na Mata do Pontal e na Mata do Ludo.

Nesta iniciativa foram angariados 303 euros, que reverteram a favor da Associação Algarvia de Pais e Amigos das Crianças Diminuídas Mentais (A.A.P.A.C.D.M), através do projeto “Tempo para Dar” da Delta Cafés. As receitas angariadas serão utilizadas para ajudar a equipara Sala de Fitness e Gabinete de Avaliação da Condição Física, espaço recentemente criado nesta associação.

Foram também atribuídos prémios ao aluno e aluna da Universidade do Algarve que obtiveram as melhores classificações no Trail de 20km. Os vencedores deste prémio foram os alunos Telma Coelho e Sérgio Viegas.

O 1.º Faro Campus Trail contou com o apoio da Associação Académica da Universidade do Algarve (AAUAlg), dos Serviços de Ação Social da UAlg, do grupo Águas do Algarve e da Delta Cafés.

UMinho recebe a responsável da missão a Plutão na segunda-feira

Alice Bowman, a mulher que liderou a missão da NASA a Plutão, está segunda-feira, dia 5, na Escola de Ciências da Universidade do Minho para uma palestra sobre a sua experiência e os desafios no espaço. A sessão, intitulada “Reaching for New Horizons”, é às 15h30, no anfiteatro B1 do campus de Gualtar, em Braga. A iniciativa tem o apoio da Embaixada dos EUA em Portugal. A entrada é livre, mediante inscrição prévia para sec@ecum.uminho.pt.

O mundo foi surpreendido em julho com as primeiras imagens do planeta-anão Plutão, graças à sonda New Horizons da agência especial NASA. Alice Bowman trabalhou, desde 2001, para o sucesso desta viagem de 5.7 mil milhões de quilómetros. “Realizei um sonho de infância. Agradeço a todos e, por favor, digam às crianças e a qualquer um para fazerem algo pelo qual estão apaixonados, entreguem-se a esse desafio e não se vão magoar”, disse na altura a física norte-americana, que é conhecida por “Mom”, a abreviatura do seu cargo “Mission operations manager” e a forma carinhosa de “mãe”.

A New Horizons segue extra-missão para tentar chegar em 2019 a uma pequena rocha gélida além de Plutão. Será a primeira sonda terrestre a estudar de perto um corpo da cintura de Kuiper, nos confins do sistema solar. Alice Bowman interessa-se desde a infância por ciências espaciais e até pensou ser astronauta, mas sente-se mais segura em terra firme. Quis ter uma profissão desafiadora e de “caminhos difíceis” na faculdade, investigando, por exemplo, sistemas de distribuição de medicamentos, simulações por computador e detetores infravermelhos. A carreira da cientista da Universidade Johns Hopkins levou-a à oportunidade de uma vida: liderar a equipa de operações da missão histórica a Plutão.

A viagem mais longa

Bowman coordenou assim a sonda robótica com a viagem mais longa de sempre, procurando manter a equipa focada num projeto de uma década por todo o sistema solar e lidando com imprevistos técnicos a longa distância, como receber os dados com cinco horas de diferença. Também houve momentos marcantes, nomeadamente usar os painéis solares da sonda para reorientar a rota junto a Mercúrio, capturar o vulcão em erupção na lua Io perto de Júpiter ou, naturalmente, descobrir o formato de coração na superfície de Plutão.

Para os jovens cientistas e engenheiros, o conselho de Alice Bowman é: “Escolham uma carreira pela qual tenham paixão; não percam uma oportunidade que surja fora da ‘zona de conforto’; explorem e aprendam sobre coisas diferentes; saibam que o trabalho duro compensa; e não limitem os vossos sonhos”.

Francisco Balsemão abre os 25 anos das Ciências da Comunicação da UMinho

 

Francisco Pinto Balsemão, presidente do grupo Impresa, está quinta-feira em Braga para a conferência inaugural dos 25 anos das Ciências da Comunicação na Universidade do Minho. A sessão é às 15h30, no auditório B1 do campus de Gualtar, com entrada livre.

A conferência intitula-se “De um país sem televisão privada a um mundo em ebulição comunicacional”, pretendendo fazer o balanço dos últimos 25 anos do setor da comunicação em Portugal e perspetivar o seu futuro. A iniciativa abre as bodas de prata da licenciatura em Ciências da Comunicação da UMinho, que desde 1991/92 prepara os alunos para profissões nas áreas do jornalismo, publicidade, relações públicas, audiovisual e multimédia.

O curso é considerado uma referência nacional, face à elevada procura em primeira opção nos concursos de acesso, à qualidade do corpo docente, às tecnologias disponíveis e aos percursos de excelência de ex-alunos como o realizador Augusto Fraga, a pivot Iva Domingues, a jornalista Sara Antunes Oliveira, o diretor-geral do Canal180 e da TBWA João Bacelar de Vasconcelos ou a assessora do Supremo Tribunal Ana Paula Ferreira. A licenciatura é da responsabilidade do Departamento de Ciências da Comunicação do Instituto de Ciências Sociais da UMinho.

Francisco Balsemão – nota biográfica

Francisco Pinto Balsemão nasceu em 1937 em Lisboa. Licenciou-se em Direito na Universidade de Lisboa, foi professor da Universidade Nova de Lisboa (UNL) e é doutor honoris causa pela UNL e pela Universidade da Beira Interior. Criou a Sojornal/Expresso em 1972, apostado, apesar da censura, em fazer um semanário de qualidade – o Expresso tornou-se uma referência da sociedade e foi a semente do grupo Impresa, hoje com mais de 30 órgãos de informação como SIC, Caras, Visão e Exame, além de capitais na agência Lusa e na distribuidora Vasp. Preside o European Publishers Council e o júri do Prémio Pessoa, entre outros. Já recebeu títulos honoríficos em nove países.

Apresentação de carro de corrida elétrico desenvolvido por estudantes portugueses

A equipa portuguesa que vai participar na competição internacional “Greenpower”, composta por um grupo de estudantes do Instituto Superior Técnico (IST), apresenta hoje, pelas 18h no Salão Nobre, o protótipo elétrico – GP14.EVO – um dos veículos mais avançados nesta competição. Já em 2014, o monolugar elétrico energeticamente eficiente que estes estudantes desenvolveram, desafiados pela Siemens, foi um dos veículos mais leves de toda a competição, com 65kg.

O Greenpower Corporate Challenge, realiza-se a 10 e 11 de outubro em Inglaterra, no circuito de Rockingham, num evento apoiado pela Siemens, que fomenta há mais de dez anos a engenharia e a tecnologia para alunos com idades compreendidas entre os 9 e os 25 anos, e tem como principais premissas a inovação tecnológica ao serviço do design e da eficiência nos consumos energéticos no setor automóvel e do ambiente.

A Siemens é parceira tecnológica desta competição e, no caso do protótipo da equipa do IST, este foi completamente desenhado com o Solid Edge e os ensaios virtuais foram feitos com o NX, ambas soluções da Siemens PLM disponibilizadas aos estudantes.

O Solid Edge e o NX são soluções CAD 3D de software industrial Siemens para gestão do ciclo de vida de produtos – Product Life Cycle Management (PLM). O contacto antecipado dos alunos com a tecnologia que irão encontrar mais tarde nas empresas traduz-se numa enorme vantagem competitiva para os estudantes, pelo que a competição Greenpower funciona como um complemento ao programa curricular.

Almoço Virtual ensina os mais novos a fazer melhores escolhas alimentares 

Sabe quantas calorias deveria ingerir ao almoço? O que é que tem mais calorias, uma bola de Berlim ou um pastel de Nata? O que é que as gorduras em excesso fazem às suas artérias? A iniciativa Almoço Virtual sabe. A receita junta crianças ou adolescentes, um autocarro com um self-service, réplicas dos alimentos preferidos dos mais jovens e um quiz. O projeto está a ensinar crianças e jovens da Grande Lisboa a fazerem opções alimentares mais conscientes. O projeto, que esteve em fase piloto desde março e envolveu mais de 4.400 crianças e adolescentes, quer contribuir para a informação e o espírito crítico das crianças e adolescentes portugueses, mostrando-lhes que é possível fazer escolhas alimentares racionais, tendo em conta critérios como custo, valor nutricional, valor calórico ou valor proteico.

Como? Através da simulação de um self-service no qual os mais novos escolhem réplicas de silicone de alimentos comuns. Na caixa registadora recebem uma fatura onde consta o valor nutricional da refeição, recomendações e o custo estimado da refeição.

Depois de falarem sobre os resultados da sua “fatura nutricional”, as crianças são convidadas a conhecer diversas doenças relacionadas com a alimentação e estilos de vida. De forma interativa, explicam-se conceitos como o Índice de Massa Corporal, diabetes, obesidade, colesterol, hipertensão e outros problemas cardiovasculares.

Por outro lado são também demonstrados os níveis de açúcar e gordura contidos em diferentes alimentos que costumam ser escolha habitual dos mais jovens, como por exemplo: gelado, chocolate, cheeseburger, pacote de batatas fritas, piza.

E o projeto não se fica por aqui. O Almoço Virtual inclui também um quiz sobre a composição nutricional dos alimentos. Participe aqui e vai ver que este jogo não é só para miúdos.

 

Contexto

 

O Almoço Virtual surge de uma preocupação partilhada pela Janssen, empresa farmacêutica do grupo Johnson & Johnson, a Direção-Geral da Saúde e a KeyPoint – Consultoria Científica relacionada com a educação para a saúde no âmbito da alimentação.

Segundo o relatório da DGS “Portugal, Alimentação Saudável em números – 2014”, 34% das crianças entre os sete e oito anos têm excesso de peso e 13% sofrem de obesidade. Os últimos relatórios da OMS indicam ainda que Portugal está entre os países da Europa com maiores índices de excesso de peso infantil.

Entre março e ao final do ano letivo de 2014/2015, o projeto Almoço Virtual passou por 10 escolas e envolveu mais de 4.400 alunos e cerca de 300 adultos, entre docentes e auxiliares de educação.

Para saber mais informações sobre o projeto consulte o site do Almoço Virtual aqui.

Madrid-Lisboa de bicicleta pela inclusão social

 

Uma equipa de estudantes de Desporto da Universidade Europeia de Madrid e o ciclista profissional Luis Pasamontes disputaram a prova de ciclismo Madrid-Lisboa pela inclusão social.

Decorreu este fim-de-semana a prova de ciclismo Madrid-Lisboa Powerade MTB Non Stop Series. A partida deu-se no dia 25 às 12h00m em Las Rozas, e as equipas foram chegando ao Parque das Nações no decorrer do fim-de-semana.

A Universidade Europeia de Madrid (UE) participou com uma equipa de estudantes de Madrid acompanhados por Luís Pasamontes, ex-ciclista profissional e vencedor da edição de 2014 (formato individual).  Luís Vilar, coordenador de Desporto da Universidade Europeia de Lisboa, esteve na manhã de domingo a receber a equipa que registou o tempo oficial de 45 horas, 36min e 08 segundos.

A equipa de estudantes da Universidade Europeia uniu-se a Luís Pasamontes na luta pela inclusão social, através do apoio da associação inspirasports.org, da qual Pasamontes é embaixador. Esta associação promove programas de inclusão através do desporto, unindo voluntários e pessoas em risco de exclusão social, fomentando o aumento da sua autoestima e luta contra estigmas sociais.

Os membros da equipa UE-Inspirasports contaram com a colaboração das marcas Spiuk e Bioracer, tendo recibido doações de material durante a prova.

Uma vez terminada a prova, a equipa participará em palestras com o objetivo de sensibilizar a comunidade universitária e os amantes do ciclismo sobre a importância do desporto como ferramenta de inclusão social.