Monthly Archives: Outubro 2015

Mais de 1000 estudantes já se registaram para visitar a Feira Internacional de Emprego da U.Porto

 

Mais de 1000 estudantes já fizeram o pré-registo para visitar a primeira edição da FINDE.UP – Feira Internacional de Emprego da Universidade do Porto, que irá decorrer nas próximas terça e quarta-feira, dias 3 e 4 de novembro, das 10 às 19 horas, no Centro de Congressos da Exponor (Av. Dr. António Macedo, 574, Matosinhos).

Apesar da FINDE.UP ter entrada livre para todo o público, os estudantes e antigos estudantes da Universidade do Porto têm a vantagem de experimentar um novo sistema de pré-registo de visitantes que permite fazer oupload do currículo na base de dados do evento. Depois, ao visitar o recinto, só necessitam de passar o seu cartão de estudante no leitor digital de cada stand para deixar o currículo junto dos empregadores com as propostas que melhor se enquadram nas suas preferências.

Os visitantes terão à escolha 80 empresas, associações profissionais e organismos públicos –  entre as quais a Bial, a Continental Mabor, a Deloitte, a EDP, a Efacec, a Farfetch, a Galp Energia, a Glintt, a L’Oréal Portugal ou a SONAE – que alugaram um espaço próprio na feira para dar a conhecer as suas vagas de emprego disponíveis e recrutar os seus futuros quadros entre os licenciados, mestres e doutorados da Universidade do Porto.

Mas para além de conhecer estas ofertas de emprego, os visitantes da FINDE.UP podem usufruir de um conjunto de serviços e ações de formação gratuitos de apoio à empregabilidade, desde consultas de análise e personalização de currículos a sessões fotográficas de retrato profissional para incluir no currículo ou workshops sobre estratégias de procura ativa de emprego e a utilização das redes sociais como meio de promoção profissional.

Os atuais estudantes da Universidade do Porto terão ainda disponível transporte gratuito e exclusivo entre os três polos universitários da cidade e a Exponor, com uma frota de autocarros a passar em permanência, a cada 30 minutos, pelas várias faculdades da U.Porto.

O Reitor da Universidade do Porto, Sebastião Feyo de Azevedo, vai visitar o recinto da feira às 17 horas de terça-feira, dia 3 de novembro, para assim contatar com os estudantes e as empresas que participam nesta primeira Feira Internacional de Emprego da Universidade do Porto.

“Hospital dos Bonequinhos” desmistifica cuidados de saúde junto das crianças

 

Os núcleos de estudantes de Medicina (NEMUM) e Educação Básica (NEEBUM) da Universidade do Minho e o Hospital de Braga promovem a nona edição do “Hospital dos Bonequinhos”, de 3 a 6 de novembro. O objetivo desta ação é desmistificar os cuidados de saúde no hospital, procurando familiarizar as crianças com os profissionais de saúde, as consultas e outros procedimentos médicos, que muitas vezes alimentam o conhecido “medo da bata branca”. A iniciativa, que terá lugar na entrada principal do Hospital de Braga, prevê a participação de 900 crianças provenientes de vários jardins de infância do concelho.

O “Hospital dos Bonequinhos” consiste na criação de um hospital modelo, construído à escala dos mais pequenos e destinado a crianças entre os 3 e 8 anos de idade. Nesta ação, os participantes assumem o papel de pais, cabendo-lhes a responsabilidade de levar o seu “boneco doente” ao médico, papel assumido pelos estudantes de Medicina da UMinho. “Através da simulação de vários procedimentos médicos não invasivos, pretende-se aproximar as crianças do ambiente hospitalar de forma a reduzir a ansiedade tão característica nesta fase”, explica Nuno Gonçalves, presidente do NEMUM.

A atividade inicia-se na “sala das pulseiras coloridas”, onde é feita a triagem, passando pelo consultório médico, pelo bloco cirúrgico e pelas várias salas de tratamento, diagnóstico, higiene oral, colheita de sangue, realização de radiografias e promoção da saúde, para depois terminar numa farmácia. Para escolas e jardins de infância, a iniciativa decorre das 9h00 às 16h30. A partir daí, e até às 18h30, a participação é aberta a qualquer criança que queira levar o seu boneco ao hospital.

Mais de 250 alunos de Medicina, Enfermagem e Educação Básica envolvidos

O evento conta com a colaboração de 250 estudantes dos cursos de Medicina, Enfermagem e Educação Básica da UMinho. O “Hospital dos Bonequinhos” surgiu originalmente na International Federation of Medical Student Associations, onde é conhecida como “Teddy Bear Hospital”.

UA desenvolve acompanhamento psicológico para mulheres com cancro da mama

O acompanhamento psicológico em Portugal para mulheres que têm ou já tiveram cancro da mama é praticamente nulo. Com um escasso número de psicólogos e psiquiatras a trabalhar com doentes oncológicos, a grande maioria das cerca de 6100 mulheres anualmente diagnosticadas está à mercê de depressões, ansiedades, dificuldades sexuais e de um permanente medo que a doença vença. O alerta é de um grupo de investigadoras de Psicologia da Universidade de Aveiro (UA) que desenvolveu o InMama Group, um programa inédito de intervenção em grupo que otimiza o trabalho dos técnicos de saúde mental sem descurar a eficácia dos resultados.

O livro com o programa é lançado hoje, Dia Nacional da Prevenção do Cancro da Mama, pelas 17h00, na editora Cegoc, em Lisboa.

“Existe um número reduzido de psiquiatras e psicólogos nos institutos de oncologia nacional, que só conseguem alcançar uma parte reduzida da população que passa pela doença. No Instituto Português de Oncologia de Coimbra existe uma equipa constituída por uma Psiquiatra e uma Psicóloga para todos os doentes de todos os tipos de cancro”, exemplifica Ana Torres, psicóloga, autora do InMama Group juntamente com Anabela Pereira, Sara Monteiro e Filipa Araújo. Por isso, aponta, “o acompanhamento [psicológico e emocional] é escasso e a maioria das mulheres não o recebe”.

Por isso, “o facto do InMama Group apontar para uma intervenção de grupo tem também como objetivo que os poucos profissionais que trabalham nesta área consigam intervir em simultâneo num grupo de doentes e não somente num doente”. Ou seja, explica Ana Torres, “com este tipo de intervenção consegue-se chegar a um maior número de pessoas”.

Para além desta otimização de recursos, esclarece a investigadora, “a intervenção de grupo neste tipo de problema tem sido indicado também por proporcionar a oportunidade de partilha de experiências comuns relacionadas com o cancro e de estratégias para lidar com as dificuldades, para além de se acreditar que as pessoas se sentem úteis ao fornecer ajuda aos outros membros do grupo”.

Sintomas emocionais que podem ser tratados

“Existem efeitos físicos e psicológicos em todas as fases da doença, nomeadamente efeitos tardios e de longa duração, que persistem para além da remissão da fase ativa da doença, por exemplo, alterações da auto-imagem, alterações do auto-conceito e da auto-estima, sintomatologia depressiva e ansiosa, medo de recorrência ou dificuldades sexuais”, descreve Ana Torres. Uma sintomatologia de sofrimento emocional “que pode comprometer a qualidade de vida, ou pelo menos alguns domínios da qualidade de vida destas doentes, o domínio físico, sexual, psicológico, social, de papel e espiritual”.

Escrito a pensar nos psicólogos e psiquiatras que trabalham com doentes oncológicos, em especial com mulheres que sobreviveram ao cancro da mama, o livro descreve, passo a passo, oito sessões psico-educativas contendo a descrição e informação para liderar este tipo de intervenção, potenciando a replicação dos benefícios alcançados. O InMamaGroup é um programa de natureza essencialmente psicoeducativa e tem como objetivo familiarizar as doentes com estratégias que promovam o ajustamento psicológico, emocional, social e espiritual às dificuldades resultantes da doença, contribuindo para a melhoria da sua qualidade de vida.

Constituído por oito sessões, de frequência semanal e com a duração de aproximadamente 90 minutos, o programa tem como objetivos permitir uma adaptação saudável da mulher aos efeitos do cancro da mama e dos tratamentos, diminuir a sintomatologia psicopatológica e o sofrimento psicológico, melhorar as estratégias de coping, os estados de humor e o autoconceito contribuindo para o ajustamento emocional e o crescimento pessoal e, por consequência, promover a qualidade de vida da mulher.

Testado ao longo dos últimos anos, as melhorias encontradas nas mulheres que já passaram pelo cancro da mama e, posteriormente, pelo programa InMama Group são notórias.

“Encontramos um efeito significativo especialmente a nível da perceção que as mulheres têm de si [ao nível do auto-conceito], para além da diminuição da predisposição à ansiedade”, congratula-se Ana Torres. Portanto, desejam as autoras, “esperamos que muitas outras mulheres consigam beneficiar destes e de outros efeitos”.

Investigador da UC integra equipa internacional de empreendedorismo em saúde

 

João Ribas, investigador do Centro de Neurociências e Biologia Celular (CNC) da Universidade de Coimbra (UC), é o primeiro português a integrar uma equipa norte-americana que promove empreendedorismo em saúde.

A equipa ‘MIT Hacking Medicine’ do Massachusetts Institute of Technology (MIT) procura resolver problemas de saúde de todo o mundo, contando com médicos, engenheiros, cientistas, designers e empreendedores. João Ribas irá contribuir com a combinação de técnicas de engenharia e biologia para a descoberta de fármacos e soluções tecnológicas para aplicações biomédicas.

A integração nesta equipa «significa poder impulsionar e espalhar a inovação na área dos cuidados de saúde a uma escala global, a oportunidade para fazer a diferença e contribuir também para a minha formação enquanto empreendedor na área», afirma o investigador do CNC.

«Esperamos internacionalizar a nossa abordagem a vários países e criar conteúdos online, de forma a ajudar pessoas pelo mundo inteiro a ter acesso ao nosso conhecimento e metodologias. O livre acesso a essa informação pode estimular a mudança e inovação, mesmo com poucos recursos», prossegue.

João Ribas vai liderar um evento no Equador, o primeiro país da América do Sul a receber esta equipa. O objetivo passa «pela identificação dos problemas na área da saúde daquela região e, durante um fim de semana, vários grupos irão trabalhar em potenciais soluções, criando protótipos e identificando o seu potencial de negócio. Há outros eventos semelhantes na agenda e está também em aberto a possibilidade de trazer um a Portugal», esclarece o investigador.

O português encontra-se a terminar o doutoramento no Programa Doutoral em Biologia Experimental e Biomedicina do CNC e desenvolve a sua pesquisa na Harvard Medical School, Brigham and Women’s Hospital e MIT.

Nova SBE e COHiTEC parceiros para o empreendedorismo

 

A Nova School of Business and Economics (Nova SBE) acaba de fechar uma parceria com o Programa COHiTEC da COTEC Portugal com o objetivo de reforçar a sua área de empreendedorismo e trazer a prestigiada formação de volta para a instituição. Em 2016, o Programa regressa assim à Nova SBE, a escola que há 10 anos recebeu a sua primeira edição, e vai contar com o acompanhamento especializado dos alunos finalistas dos mestrados em Finanças e Gestão da faculdade.

Entre março e julho de 2016, a escola de Economia e Gestão da Nova volta a ser parceira de um programa de grande prestígio e que já fomentou a criação de 26 empresas de base tecnológica, para as quais conseguiu angariar mais de 35 milhões de euros em financiamento. A Nova SBE vai proporcionar aos participantes do COHiTEC um serviço especializado em consultoria de gestão, oferecendo simultaneamente aos seus alunos a possibilidade de aplicarem os conhecimentos adquiridos a um caso concreto e potencialmente relevante para o desenvolvimento do país.

Para Daniel Traça, Diretor da Nova SBE, o regresso do Programa COHiTEC à instituição que o viu nascer constitui uma enorme satisfação. “É um programa de muito prestígio e estamos muito contentes por voltar a recebê-lo. Vamos poder partilhar as nossas competências ao nível da gestão com projetos de elevado potencial de crescimento, proporcionando ainda aos nossos alunos a possibilidade de interagirem com um desafio real”, afirmou.

 

Na opinião de Pedro Vilarinho, Diretor do Programa COHiTEC, “a parceria agora estabelecida marca o regresso do Programa à escola de negócios onde decorreram as suas primeiras edições”. “Para o Programa COHiTEC o regresso a uma instituição com o prestígio da Nova SBE é da maior importância, uma vez que a qualidade dos recursos humanos (docentes e discentes) que a Escola irá aportar ao Programa é fundamental para o seu sucesso”, acrescentou.

 

 

 

 

 

 

 

O Programa COHiTEC tem como objetivo ajudar a transformar descobertas tecnológicas de grande utilidade pública num negócio sustentável, proporcionando, nesse sentido, formação em Gestão  e em comercialização de tecnologias a investigadores de universidades, instituições de Inovação & Desenvolvimento, empresas ou mesmo a título individual.

Os estudantes da Nova SBE, participantes do COHiTEC 2016, são alunos dos Consulting Labs, autênticos laboratórios de consultoria empresarial a funcionar no âmbito dos mestrados da Nova SBE, cujos alunos garantem, durante a fase final da sua formação académica, serviços de consultoria de elevada qualidade a empresas. Estes alunos estão preparados para, com o apoio técnico especializado do corpo docente da Nova SBE, desenvolver projetos de índole estratégica, operacional e organizacional na área da consultoria, em diferentes sectores e indústrias.

A exemplo das edições anteriores, o Programa COHiTEC  2016 não tem qualquer custo para os seus participantes uma vez que é suportado financeiramente através do apoio da COTEC Portugal – Associação Empresarial para a Inovação, da Caixa Geral de Depósitos e da Caixa Capital. O Programa conta ainda com a colaboração das escolas parceiras: Nova School of Business and Economics e Porto Business School, bem como de uma equipa de docentes provenientes das universidades norte-americanas de North Carolina State, Brown e Rutgers.

 

Nos próximos meses de novembro e dezembro, o Programa COHiTEC deverá percorrer em roadshow as principais universidades e centros de investigação do país, incentivando investigadores a candidatarem-se a esta formação com os seus projetos. O processo de candidaturas decorre de 2 de novembro a 15 de janeiro e os candidatos aceites serão conhecidos em fevereiro.

Empresa de alunos e antigos alunos da UA inova na produção de grafeno

Um novo método que permite produzir grafeno, a partir de grafite, e a um preço inferior ao praticado no mercado, constitui o centro de atividade da Graphenest, empresa em instalação no VougaPark, formada por antigos e atuais alunos da Universidade de Aveiro (UA). O método tem vindo a despertar interesse de multinacionais na área da energia e eletrónica, com as quais a Graphenest tem vindo a estabelecer contactos. A empresa é participada pela Portugal Ventures, mereceu o apoio do Passaporte para o Empreendorismo e a ideia de negócio já foi premiada pela Dow Portugal em 2014.

A ideia surgiu a partir do insatisfação em relação à performance das atuais baterias de lítio. Curioso, Vítor Abrantes, licenciado em Tecnologia e Design de Produto, pela Escola Superior Aveiro Norte (ESAN) da UA, começou a pesquisar informação sobre as potencialidades do grafeno. Ao longo desse percurso, surgiu a ideia de obter grafeno através de um método novo, a partir da grafite. Os primeiros testes laboratoriais, realizados na UA, foram animadores e levaram o jovem a pedir o patenteamento do método. O reconhecimento veio com a atribuição do prémio de inovação Dow Portugal, em 2014, e pelo segundo lugar no prémio EDP Inovação do mesmo ano. A Vítor Abrantes (diretor executivo, CEO, da empresa) juntaram-se, como sócios, Bruno Figueiredo (Chief Strategy Officer, CSO), doutorando da UA, e Rui Silva (diretor técnico, CTO), engenheiro químico também formado nesta instituição de ensino superior.

Entre as aplicações mais imediatas do grafeno de alta qualidade assim obtido, para além da energia – já que o grafeno é um supercondutor à temperatura ambiente -, está a eletrónica (touchscreens, por exemplo) e ainda a possível aplicação em tintas condutoras e materiais de revestimento. As baterias com base neste novo material poderão ser carregadas em minutos, explica o jovem empreendedor.

A produzir à escala industrial em 2016

Até final do ano, a Graphenest espera estar a produzir grafeno através deste novo método, com recurso a um reator piloto. Se tudo correr como previsto, até julho do próximo ano, a jovem empresa espera ter montado um reator para produção à escala industrial. Em perspetiva estão possíveis parcerias com a UA, aliás, já abordadas com coordenadores de grupos de investigação de diversas áreas científicas, na perspetiva de desenvolver projetos que possam vir a ter interesse para ambas as partes, afirma Vítor Abrantes. Para além do grafeno, perspetiva-se também o estudo da aplicação industrial de outros materiais bidimensionais.

O resultado da candidatura apresentada ao programa +i +i (mais Indústria, mais Inovação), da Portugal Ventures, e outras no âmbito do Horizonte 2020, poderão constituir-se como passos importantes no desenvolvimento da jovem empresa.

Estima-se que a produção, dentro de cinco anos, se situe nas 300 toneladas/ano, ocupando 55 trabalhadores e atingindo uma faturação de 200 milhões de euros ao ano.

No VougaPark, em Paradela, concelho de Sever do Vouga, onde também se situa um dos polos da Incubadora em Rede da Região de Aveiro, os jovens empreendedores encontraram as condições ideais para o desenvolvimento deste projeto: espaço para a instalação do laboratório/unidade de produção industrial, área de apoio a esta unidade e ainda área administrativa adicionada de espaços partilhados.

Equipa da UBI apresenta chão inteligente e ganha prémio

Um novo conceito de chão inteligente para deteção de intrusos foi o projeto apresentado por uma equipa de alunos da UBI que venceu o Prémio Open Mind da empresa de segurança ESEGUR. Na corrida estavam 10 equipas semi-finalistas de diversas universidades e politécnicos do país. A fase final do concurso decorreu ontem, 27 outubro, no Auditório da Reitoria da Universidade Nova de Lisboa.

https://www.ubi.pt/Ficheiros/Noticias/2015/10/5632/PremioOpenMindEsegur.jpg
Suportado por um sistema informático de baixo custo, o protótipo desenvolvido como prova de conceito usa botões de pressão por baixo do chão, que comunicam com um computador Raspberry Pi, com o qual é possível interagir via Web. As aplicações práticas desta ideia vão desde a deteção de intrusos até à otimização de recursos, como, por exemplo, a eletricidade, passando pela identificação de zonas de passagem (ou de paragem) numa grande superfície e traçado de rotas.

Este concurso, que já vai segunda edição, visa premiar ideais no setor da segurança, seja de infraestruturas, seja informática. Já na edição anterior foram apresentadas várias ideias a concurso pela UBI, tendo chegado duas equipas à fase de semifinalistas e uma equipa à fase de finalistas. Este ano chegaram três equipas à fase de semi-finalistas e duas à fase de finalistas.

A equipa vencedora foi constituída por Cristiano Ramos e Mikael Grilo, alunos de mestrado em Engenharia Informática, Rita Pinto, aluna de doutoramento de Engenharia Eletrotécnica e de Computadores, orientados pelo docente do departamento de Informática Pedro Inácio.

As aplicações a longo prazo relacionadas com o tratamento dos dados que possam ser recolhidos por uma solução deste género e as tecnologias que podem ser usadas no projeto ainda estão a ser alvo de melhor análise.

Alunos finalistas da Universidade Europeia vão estagiar com Bolsas de Estágio Santander Universidades

 

A Universidade Europeia, que pertence à Laureate International Universities, o maior grupo mundial de ensino superior, acaba de assinar um protocolo de cooperação com o Banco Santander, que vai permitir aos estudantes finalistas estagiarem com uma bolsa de estágio.

 

Este protocolo, celebrado no âmbito do Programa de Bolsas de Estágio Santander Universidades, vai permitir que cinco estudantes finalistas da Universidade Europeia beneficiem durante três meses de uma bolsa de estágio de 1.650 € (no total), numa das empresas aderentes ao programa, num incentivo à empregabilidade e ao acesso ao primeiro emprego.

Com esta parceria a Universidade Europeia reforça assim o seu modelo académico diferenciador, alicerçado nos princípios da qualidade, internacionalização e aproximação às empresas e ao mercado de trabalho. O projeto transversal da Universidade Europeia foca-se nos estudantes, no ensino, na investigação de qualidade, e na aquisição de outras competências sociais e pessoais, com o objetivo de preparar excelentes profissionais e cidadãos, agentes da mudança num mundo cada vez mais global.

A forte relação que a Universidade Europeia estabelece com o tecido empresarial e com a comunidade tem permitido uma integração rápida dos seus alunos no mercado de trabalho, e o desenvolvimento de carreiras de destaque tanto em Portugal como no estrangeiro.

3ª Fase de Candidaturas a Mestrados no IPBeja até 4 de novembro

Até ao próximo dia 4 de novembro, o IPBeja tem aberta a 3ª Fase de Candidaturas aos Mestrados em Atividade Física e Saúde Escolar, Desenvolvimento Comunitário e Empreendedorismo e Engenharia de Segurança Informática.

As candidaturas a estes Mestrados devem ser feitas online, no Portal do IPBeja, em Candidaturas ONLINE.

Os interessados poderão obter mais informações no site do Instituto Politécnico de Beja www.ipbeja.pt , por email para sasector2@ipbeja.pt ou diretamente sobre os Mestrados.

Cátedra Lloyd Braga atribuída à enfermeira inglesa Karen Luker

 

A Fundação Carlos Lloyd Braga (FCLB)/Universidade do Minho atribuiu a Cátedra Lloyd Braga 2015 à professora Karen Luker, uma pioneira na investigação em enfermagem. É a primeira vez que uma universidade portuguesa atribui uma cátedra a uma enfermeira pelo seu percurso profissional e académico.

A cerimónia de atribuição é esta quinta-feira, às 10h30, no auditório A1 do campus de Gualtar, em Braga, com a presença do reitor António M. Cunha, do presidente da FCLB, Carlos Couto, e da presidente da Escola Superior de Enfermagem (ESE) da UMinho, Isabel Lage. Segue-se uma aula aberta de Karen Luker intitulada “Assessment of research quality and impact: a challenge in academia”. O programa da Cátedra inclui ainda esta semana seminários e workshops da professora Karen Luker para a comunidade académica.

Karen Luker é professora da Escola de Enfermagem, Obstetrícia e Trabalho Social da Universidade de Manchester, da qual foi diretora até agosto, sendo considerada uma referência mundial em cuidados paliativos e de suporte, incluindo no cancro. Lecionou em várias universidades britânicas e de Hong Kong, Auckland (Nova Zelândia), Lund (Suécia), Manitoba e Alberta (Canadá). É membro da Academia de Ciências Médicas do Reino Unido e de painéis de avaliação de Comités de Investigação do Reino Unido, Noruega, Finlândia e Suécia. Doutorada pela Universidade de Edimburgo, recebeu vários prémios de carreira e é autora de mais de cem artigos, capítulos e livros científicos, editora do “International Journal Health and Social Care in the Community” (no top 10 mundial da área), detentora de mais de vinte projetos científicos e orientadora de dezenas de teses doutorais.