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Marketing Digital do IPAM celebra 50ª Edição

O IPAM comemora a 50ª edição da sua Pós-Graduação em Marketing Digital. Pioneira no ensino do marketing digital em Portugal, esta pós-graduação do IPAM foi a primeira formação dedicada exclusivamente ao marketing online, sendo atualmente líder e responsável pela formação de mais de 1200 estudantes.

A Pós-Graduação em Marketing Digital nasceu com o objetivo de dar resposta ao impacto da Internet junto dos consumidores e utilizadores, procurando impor tendências de como impulsionar o marketing em ambiente digital.

Para o Professor Filipe Carrera, coordenador da Pós-Graduação em Marketing Digital, “com esta formação, procuramos capacitar de forma inovadora os nossos estudantes com as melhores competências, que lhes permitam antecipar as necessidades que possam ter para que as suas marcas e organizações sobrevivam na era digital”.

Encontrando-se disponível em Lisboa, Porto, Açores e em regime de ensino a distância, a Pós-Graduação em Marketing Digital do IPAM diferencia-se por recorrer a metodologias de ensino ativas, com recurso ao estudo de casos, exercícios práticos e a dinâmicas de grupo baseadas nas realidades profissionais desta área.

A formação destina-se a profissionais de qualquer setor de atividade que pretendam desenvolver os seus conhecimentos e competências de forma integrada em Marketing Digital.

Sobre o IPAM

Fundado em 1984, o IPAM é a mais antiga e a maior escola de Marketing em Portugal e uma das mais antigas em todo o mundo. Com Campus no Porto e em Lisboa, o IPAM formou nas últimas três décadas de atividade mais de 10.000 alunos e detém inúmeras parcerias com reputadas escolas nacionais e internacionais como a Pace University de Nova Iorque.

O IPAM integra a rede Laureate International Universities que, em Portugal, detém ainda a Universidade Europeia e o IADE – Universidade Europeia. As três instituições portuguesas são certificadas internacionalmente pela B Corp, por contribuírem na sua atividade para uma sociedade mais equilibrada, diversa, participativa e evoluída.

Com cerca de um milhão de estudantes, presente em mais de 20 países e com mais de 55 instituições de ensino superior, a Laureate International Universities é líder mundial na oferta de instituições de ensino superior e tem como missão influenciar de forma positiva e duradoura a vida dos seus estudantes, professores e colaboradores, assente no princípio “Quando os nossos estudantes brilham, os países prosperam e as sociedades evoluem”.

 

A Futurália regressa à Feira Internacional de Lisboa

Futurália é o maior acontecimento que se realiza anualmente em Portugal em matéria de oferta de educação/formação e também o que mobiliza mais jovens. Nesta ocasão, Futurália regressa à FIL de 03 a 06 de abril de 2019.

A Feira Internacional de Lisboa visa antecipar tendências e marcar um posicionamento em matéria de conhecimento sobre temas centrais no campo da educação e formação ao longo da vida, emprego e juventude.

Futuralia dispõe de uma mostra abrangente, oferecendo informação sobre todas as áreas e níveis de qualificação: Formação profissional e tecnológica, ensino Superior Público e Privado Nacional e Internacional e ainda Formação Complementar (Cursos de Línguas em Portugal e no Estrangeiro, Programas de Intercâmbio).
Podes ainda assistir a conferências, passatempos, desporto, actuações musicais e teatrais, entre muitas outras actividades.

Calendario Futurália 2019

  • Cuarta-feira, 4 de abril de 2019

10:00 – 19:00

  • Quinta-feira, 4 de abril de 2019
10:00 – 19:00
  • Sexta-feira, 5 de abril de 2019
10:00 – 19:00
  • Sábado, 6 de abril de 2019
11:00 – 18:00

 

GS1 Portugal estabelece parceria com a Nova SBE e dá nome a sala

A GS1 Portugal estabeleceu um protocolo com a Nova School of Business and Economics (Nova SBE) que visa promover a transferência de conhecimento entre estudantes e empresários. Uma das iniciativas é a presença assídua da GS1 Portugal nas novas instalações da “escola do futuro”, dando nome a uma das salas de aula. A inauguração oficial do novo campus decorreu no dia 29 de setembro e contou com a presença da GS1 Portugal.

Transferir conhecimentos, estreitar as relações com as escolas e as universidades, permitir a partilha de know-how especializado e expor a aplicação de conhecimentos teóricos em casos práticos e reais é um dos vetores estratégicos da GS1 Portugal, uma ambição que agora se concretiza através da colaboração anunciada com a Nova School of Business and Economics, instituição universitária portuguesa reconhecida internacionalmente. A parceria definida e a ligação pensada às empresas conquistou expressão adicional com a inauguração do campus da universidade, que teve lugar a 29 de setembro, onde a GS1 Portugal marcou presença.

Nas palavras de João de Castro Guimarães, Diretor Executivo da GS1 Portugal, “a parceria com uma entidade reconhecida como a Nova SBE representa um momento importante para a GS1 Portugal por ser o firmar de uma aproximação ao meio académico já pretendida ao longo dos últimos anos. Acreditamos que esta é mais uma iniciativa para dar uma melhor resposta à comunidade empresarial, com especial destaque para os nossos Associados, ajudando a promover o crescimento sustentável da economia do país. É fundamental sensibilizar os futuros profissionais para a importância da utilização dos Standards GS1 ao longo da cadeia de valor, enquanto linguagem global dos negócios que permite às empresas identificarem, capturarem e partilharem informações sem problemas, ajudando-as a crescer de forma eficiente, sustentável e segura”.

As novas instalações da Nova SBE estão já em funcionamento para cerca de 3.000 alunos – nacionais e estrangeiros. O novo e inovador campus situa-se em Carcavelos, no concelho de Cascais e a GS1 Portugal marca presença na universidade desde o primeiro momento. Em acréscimo à sala de aulas com o nome da GS1 Portugal, a parceria prevê o leccionamento de aulas abertas; a participação na incubadora de startups – o Venture Lab – que inclui um próprio programa de aceleração de startups; a participação em conferências, sessões académicas e outros eventos, como feiras profissionais; trabalhar, em conjunto, no desenvolvimento de programas para empresas, sobretudo PME [pequenas e médias empresas], e em projetos de investigação.

“Com esta parceria pretendemos, por um lado, chegar junto da comunidade académica, levando-lhes a nossa experiência e, por outro, apreender os seus conhecimentos e concretizar as suas ideias inovadoras”, explica João de Castro Guimarães.

Esta aproximação da GS1 Portugal à Academia representa mais uma oportunidade para dar a conhecer o trabalho da GS1 Portugal enquanto entidade neutra e próxima da comunidade, reforçando a importância da colaboração entre os diversos agentes das cadeias de valor – dos produtores aos consumidores finais, no sentido de construir um futuro próximo cada vez mais colaborativo, eficiente e sustentável.

Sobre a GS1 Portugal

A GS1 Portugal é a organização responsável pela introdução do código de barras em Portugal há mais de 30 anos. É uma Associação de direito privado, sem fins lucrativos, neutra e multissetorial, declarada entidade de utilidade pública. Mais de 8.000 empresas aderiram e acreditam no Sistema de Normas GS1 para transformar a maneira como trabalhamos e vivemos. Somos uma das 112 organizações-membro da GS1 e a entidade autorizada para gerir o Sistema GS1 de Standards Globais em Portugal.

Cerca de 150 mil euros para os mais inovadores projetos

  • Arrisca C é o único concurso nacional dirigido a jovens estudantes do Ensino Superior, Secundário e Técnico-Profissional.
  • Candidaturas até 4 de novembro em www.arrisca-c.pt.

A assinalar a sua 10ª edição, o Concurso de Ideias e Planos de Negócio – Arrisca C recebe, até dia 4 de novembro, candidaturas para aquele que é um dos mais ambiciosos programas na área do empreendedorismo e inovação nacional. Com categorias dirigidas a jovens estudantes do Ensino Secundário e Técnico-Profissional, e a jovens do Ensino Superior ou recém-diplomados há menos de cinco anos, provenientes de qualquer instituição de Ensino Superior do País, este concurso já apoiou a criação de mais de 25 empresas.

No total são cerca de 150 mil euros em prémios, que incluem desde valores monetários até à incubação gratuita de empresas, apoio na elaboração e consolidação de planos de negócio, apoio na realização de protótipos e no desenvolvimento de imagem e branding corporativo, passando pelo apoio contabilístico, ou o apoio na elaboração de candidaturas a financiamentos europeus e à internacionalização, entre outros.

Dividido em duas categorias, o concurso Arrisca C visa premiar, por um lado, as melhores Ideias de Negócio ainda em fase de conceção e sem plano de negócio desenvolvido, por outro, os melhores Planos de Negócio que apresentem projeto para a constituição de uma empresa. Com vista a potenciar e apoiar as políticas de apoio e formação ao empreendedorismo jovem, é na categoria das melhores Ideias de Negócio que o Arrisca C lança ainda o Prémio Ensino Secundário, dirigido a jovens estudantes do Ensino Secundário e Técnico-Profissional.

Dada a importância que as questões sociais têm vindo a adquirir no mundo empresarial, é também na categoria de Ideias de Negócio que se encontra a concurso a melhor Ideia de Negócio na área do Empreendedorismo Social. Para Jorge Figueira, Responsável pela Divisão de Inovação e Transferências do Saber da Universidade de Coimbra, «o Prémio Social ao Centro visa contribuir para o crescimento e competitividade de um novo mercado de inovação e empreendedorismo social, capaz de promover novas oportunidades de investimento e mudanças positivas na sociedade, através da resolução de problemas negligenciados».

Sobre o Concurso Arrisca C, Jorge Figueira refere que «é importante que surjam novos e renovados instrumentos de apoio a jovens empreendedores de modo a promover o desenvolvimento de projetos empresariais sustentáveis. Mais do que apoiar a criação de empresas, o Concurso Arrisca C disponibiliza, através dos seus parceiros e patrocinadores, importantes ferramentas que permitem assegurar a longevidade das empresas enquanto motores de criação de emprego e de criação de valor económico e social».

Concurso nacional de ideias e planos de negócio já ajudou na criação de mais de 25 empresas

Com a experiência e o sucesso das edições anteriores, o Arrisca C tem-se revelado um projeto ambicioso. Ao fim de 10 anos, com cerca de 820.000€ em prémios distribuídos, mais de 700 projetos candidatos, envolvendo mais de 2.000promotores e mais de 25 empresas criadas, esta iniciativa aumentou a fasquia e transformou esta última edição num marco na propagação de ideias e projetos inovadores.

Realizada em 2008, a primeira edição do concurso foi idealizada pela Associação Académica de Coimbra. A iniciativa contou com o apoio imediato da Universidade de Coimbra e de um conjunto de parceiros, nomeadamente as Associações Empresariais, que acreditaram desde o início nas potencialidades do projeto.

Em 2009, o concurso ganhou uma nova abrangência, deixando de ser unicamente dirigido a estudantes do ensino superior público, para passar a incluir os estudantes do ensino superior privado universitário e politécnico.

Na edição de 2011 o concurso abandona o caráter local, passando a ser um concurso nacional, dirigido a qualquer estudante do Ensino Superior Público e Privado.

Atento à crescente relevância de projetos desenvolvidos por jovens empreendedores, o Arrisca C criou em 2013 um novo Prémio dirigido aos alunos do Ensino Secundário e Técnico-Profissional.

Na 7ª edição do concurso (2014), o próprio Programa Arrisca C é premiado, na categoria Promoção do Espírito de Empreendedorismo, no âmbito dos Prémios Europeus de Promoção Empresarial.

Na penúltima edição (2016), introduziu-se um prémio inédito associado à Inovação Social com projetos direcionados ao Empreendedorismo Social.

As inscrições para a 10ª Edição do Concurso Arrisca C, encontram-se abertas em www.arrisca-c.pt até 4 de novembro.

Caloiros do IPS retiram mais de 2 toneladas de lixo do estuário do Sado

A ação de limpeza da margem norte do estuário do Sado, realizada na quarta-feira, dia 26, por cerca de 350 novos estudantes do Instituto Politécnico de Setúbal (IPS), rendeu um total de 2 010 quilos de lixo, dos quais 376 serão recuperados para reciclagem, entre vidro e plástico.

A iniciativa, que decorreu no âmbito da campanha “Mariscar sem Lixo”, dinamizada pela cooperativa Ocean Alive, à qual o IPS e a sua Associação Académica (AAIPS) se associaram, integrou o programa de acolhimento aos novos estudantes que está a decorrer até ao fim da semana, dando origem a uma praxe diferente, que deixará marcas positivas no património natural de Setúbal.

Com a ajuda dos “caloiros” do IPS, foi ainda possível retirar da Mitrena, zona de uso industrial, piscatório e recreativo, 1 379 embalagens plásticas de sal fino, usadas pelos mariscadores para a apanha do lingueirão. Com este resultado, são já 53 500 as embalagens de sal recuperadas do estuário do Sado, através das várias ações de voluntariado mensais organizadas pela Ocean Alive.

Segundo Raquel Gaspar, bióloga marinha e cofundadora da Ocean Alive, esta ação tem como “impacto imediato impedir que duas toneladas de lixo, que se encontravam à beira da água, fossem contaminar as pradarias marinhas, o habitat berçário do nosso estuário”.

“Os resultados alcançados, que superaram as nossas expetativas, demonstram o envolvimento, o esforço e a responsabilidade dos estudantes do IPS.  É uma experiência a repetir”, considerou Carlos Mata, pró-presidente do IPS. O responsável sublinhou ainda a importância desta iniciativa, “inserida na estratégia de responsabilidade social do IPS, como forma de sensibilizar a comunidade académica para a vertente ambiental e de contribuir para uma melhoria das praias do estuário do Sado”.

A iniciativa, considerada um sucesso, contou com os apoios dos Transportes Luísa Todi, Aki, Auchan, Reserva Natural do Estuário do Sado, Câmara Municipal de Setúbal e Junta de Freguesia do Sado.

FCH-Católica premeia jovens tradutores de todo o país

A Faculdade de Ciências Humanas da Universidade Católica Portuguesa vai premiar, no dia 1 de outubro, os estudantes do ensino secundário que apresentaram as melhores traduções para língua portuguesa na 19.ª edição do Prémio Traduzir. A cerimónia de entrega de prémios juntará alunos, professores e entidades patrocinadoras a partir das 15h00, na Sala de Exposições da Universidade Católica Portuguesa.

Nesta edição, Tomás Gonçalves, do Colégio Rainha Santa Isabel, em Coimbra, receberá o primeiro prémio na tradução de língua alemã. Também de Coimbra será premiada a Escola Secundária José Falcão, com o melhor texto de língua espanhola da autoria de Maria Manuel Martins. O prémio para o melhor texto de língua francesa será entregue a Miguel Simões Correia do Liceu Charles Lepierre, em Lisboa. Por fim, o melhor texto de língua inglesa será entregue a Inês Martins Mota da Escola Secundária José Gomes Ferreira, também em Lisboa.

“A 19.ª edição do Prémio Traduzir contou com cerca de 900 participantes oriundos de cerca de 90 escolas de todo o país e, uma vez mais, contou com o patrocínio de reconhecidas instituições portuguesas e internacionais. Grande parte destas instituições têm colaborado com a Faculdade de Ciências Humanas e com o Prémio Traduzir desde a sua primeira edição, o que é para nós motivo de grande satisfação e garantia de que este prémio tem já um grande reconhecimento no nosso país” refere a Prof.ª Doutora Alexandra Lopes, Coordenadora da Área de Estudos de Cultura da Faculdade de Ciências Humanas e Presidente da Comissão Organizadora do Prémio Traduzir.

O Prémio Traduzir, que promove o estreitamento de laços entre estudantes e professores do Ensino Secundário de todo o país e o ensino universitário, contou, nesta edição, com o patrocínio da Geostar, do Goethe-Institut Portugal, da Oxford School, do Instituto Espanhol de Línguas, da Cambridge School, do British Council, da Gradiva, do EF – Education First e das Embaixadas da Áustria, Canadá e Estados Unidos da América.

O programa do evento terá início com a sessão de boas-vindas do diretor da FCH, o Prof. Doutor Nelson Ribeiro, a apresentação da Faculdade e do curso de Línguas Estrangeiras Aplicadas pela Coordenadora do Curso, Prof.ª Doutora Ana Margarida Abrantes, e a apresentação do Prémio Traduzir 2018 pela Coordenadora da Área Científica de Estudos de Cultura, Prof.ª Doutora Alexandra Lopes. Após a intervenção “Eu, tradutora, me confesso, com Maria do Carmo Figueira, terá lugar a entrega dos prémios e das menções honrosas e a leitura dos textos premiados pelos seus autores. A sessão termina com um lanche-convívio.

“The Paper Toy Factory” vence Poliempreende e recebe financiamento de 10 mil euros

Castelos e foguetões 100% recicláveis, feitos com cartão canelado e prensado. Foi com este projeto, The Paper Toy Factory, que duas alunas do Politécnico de Lisboa venceram a 15ª edição do Poliempreende. O concurso, que premeia as melhores ideias e projetos empresariais desenvolvidos por estudantes do ensino politécnico, decorreu entre os dias 10 e 14 de setembro, em Portalegre.

Inês Silva e Carolina Galvão, estudantes de Publicidade e Marketing, na Escola Superior de Comunicação Social, venceram o primeiro lugar que lhes deu direito a um financiamento de 10 mil euros para colocarem o projeto em prática e avançar com a comercialização dos primeiros modelos.

The Paper Toy Factory é uma empresa que se apresenta no mercado com brinquedos cuja principal matéria-prima é o cartão canelado e prensado. Todos os produtos são produzidos de forma 100% reciclável e a impressão dos desenhos utiliza tinta biodegradável.

“Tudo isto promove e incute a ecologia e a criatividade, diferenciando-se dos brinquedos mais comerciais”, explicam as duas responsáveis pelo projeto The Paper Toy Factory. “Estes brinquedos permitem que as crianças os montem, decorem e criem brincadeiras através da sua imaginação”, acrescentam.

O Poliempreende foi este ano coordenado pelo Instituto Politécnico de Portalegre e contou com a participação de dezoito equipas nacionais. Nesta edição participaram ainda alunos de duas universidades espanholas e do Politécnico de Macau.

Escola Superior de Educação do IPSantarém premiada no Seminário Internacional “Educação Inclusiva – atitudes que transformam”

  • Curso pioneiro para pessoas com deficiência intelectual em Portugal arranca na ESES do IPSantarém no ano letivo 2018/19.

A Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Santarém foi distinguida no Seminário Internacional “Educação Inclusiva – atitudes que transformam”, que decorreu nos dias 14 e 15 de setembro em Lisboa: com o primeiro prémio CBI of Miami – atribuído ao melhor trabalho apresentado – para o trabalho “Literacia Digital para o Mercado de Trabalho – uma formação no ensino superior para jovem com dificuldade intelectual e desenvolvimental”, da autoria de Maria Potes Barbas, Isabel Piscalho, Cristina Novo, Helena Luís, Carla Bastos, Nádia Lopes & Mário José.

Adicionalmente, a ESES foi ainda premiada com o 2º lugar para o trabalho “Projeto Sou, Consigo e Faço – A inclusão profissional das pessoas com deficiência no mercado de trabalho”, da autoria de Helena Carona, Isabel Piscalho e Filipa Camacho.

Os referidos trabalhos são o resultado de projetos da ESES/IPSantarém que estão na base do lançamento do primeiro modelo de formação de educação inclusiva em contexto de ensino superior para pessoas com deficiência intelectual a ser realizado em Portugal: o curso de Literacia Digital para o Mercado de Trabalho, que tem início no ano letivo 2018/19.

Destinado a um público-alvo bastante específico – jovens com dificuldade intelectual e de desenvolvimento – o curso de Literacia Digital para o Mercado de Trabalho pretende colmatar uma lacuna na oferta formativa do nosso País e, desta forma, minimizar a falta de formação profissional adaptada. Apesar de não conferir um título ou grau de formação, responde a todas as diretivas do Conselho Nacional de Educação e, por isso, confere certificação legal.

Tendo como principal missão promover a inclusão profissional das pessoas com deficiência no mercado de trabalho, o plano de estudos do curso visa dotar os/as jovens de competências sociais e emocionais necessárias para interagir com sucesso em diferentes contextos, a fim de trabalhar de forma satisfatória em equipa, bem como fornecer competências de tecnologias da informação e das comunicações; dotar de flexibilidade, entendida como capacidade de adaptação às mudanças e como primeiro passo na aptidão relativamente à capacidade de autoavaliação para analisar o respetivo trabalho; bem como capacitar para aplicar conceitos, teorias e princípios adquiridos para a resolução de problemas e para a tomada de decisões em contexto laboral; além de fomentar o entusiasmo para a aprendizagem ao longo da vida. Em suma, este curso prepara os/as jovens para diversas saídas profissionais, tais como: administração pública; centros profissionais; escolas; empresas; seguros; serviços auxiliares; ou entidades hoteleiras

Os critérios de seleção para a frequência do curso incluem a apresentação de um atestado de incapacidade igual ou superior a 60%, ter competências básicas mínimas ao nível da leitura e da escrita e competência média a média/alta em termos de sociabilidade. Os/as candidatos/as são ainda sujeitos a uma entrevista de avaliação psicopedagógica.

FCH-Católica inicia ano letivo com atividade ecológica na Mata da Machada

Faculdade de Ciências Humanas da Universidade Católica Portuguesa vai marcar o início do ano letivo, amanhã, dia 6 de setembro, com uma intervenção ecológica na Reserva Natural Local do Sapal do Rio Coina e Mata da Machada, no Barreiro. A atividade vai envolver cerca de 200 novos alunos dos programas de Licenciatura da Faculdade.

A decorrer no âmbito do programa “FCH Solidária – O Outro em Nós”, projeto anual de integração dos novos alunos de Licenciatura que conta com uma vertente social, a atividade vai contar com a parceria do Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) e da Câmara Municipal do Barreiro. O desafio será uma intervenção ecológica com o objetivo de promover a limpeza, a proteção e a requalificação deste importante pulmão da margem sul do Tejo.

“Como não podia deixar de ser, devido à devastação dos incêndios, este ano decidimos dedicar a FCH Solidária à temática da proteção florestal. A atividade voluntária que vamos levar a cabo visa não só a sensibilização destes jovens para a importância de preservar a floresta, como é ainda uma excelente atividade de integração dos novos alunos na comunidade académica, envolvendo-os desde o início nos valores e cultura da nossa Universidade” refere Nelson Ribeiro, diretor da Faculdade.

A atividade realiza-se no âmbito do Projeto Biodiscoveries, um projeto financiado pelo programa LIFE e cujo objetivo é promover o controlo de espécies invasoras na área da Reserva Natural Local do Sapal do Rio Coina e Mata da Machada, através de ações de voluntariado.

A Faculdade de Ciências Humanas alia-se assim a esta causa numa atividade que vai impactar alunos dos cinco cursos de Licenciatura – Comunicação Social e Cultural, Filosofia, Línguas Estrangeiras Aplicadas, Serviço Social e Psicologia.